último momento

Hei de admitir: ainda tenho aquela estranha fixação por olhos verdes. Em especial, os seus. Ainda me perco naquela imensidão de vida e felicidade.
São olhos que brilham, olhos que choram, olhos que riem, olhos que sonham e almejam um futuro melhor. São olhos que olham as ruas com desgosto quando uma chuva cai durante o fim de semana. São olhos que cantam, olhos que dançam, olhos que buscam uma saída em meio a essa conturbada vida. São, basicamente, olhos que nunca verei pela manhã, nem depois de um longo dia de trabalho. Tudo porque esses olhos, nunca serão meus.

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